terça-feira, 26 de novembro de 2013

Quem conta um conto....

Quem conta um conto, aumenta um ponto...  E de tantos pontos que eu aumentei, nem sei mais qual é a historia original, quais os personagens se perderam aos longos dos anos.

Meu conto de vida tem muitos pontos, vírgulas exclamações.
Suspiros, páginas viradas, muitas amassadas, poucas rendadas.
Algumas histórias com muitos floreios, outras duras e frias.
Assim segue a vida, muitas e grossas vezes, um conto de Nelson Rodrigues, sem dó nem piedade: "a vida como ela é"

Não se parece nada com um conto de fadas, só se for os originais dos irmãos Grimm.
Expectativa do dia? Hoje é que de logo meio dia, depois seis horas, expectativa da semana... Hum não sei... Bem sei lá. Não gosto mais de esperar pelo fim de semana para dizer agora sim chegou um dia bom... Provavelmente é sono, mau humor ou tpm.

Vai um chocolatinho aí.


Autoria: uma mulher com olheiras bem reais, corretivos nada eficazes, pouco cafeína no sangue, poucas horas dormidas e com saudades da filha...

Conto baseado na tpm própria, qualquer semelhança reclamar para os genes femininos que habitam a todas as mulheres :)

Um comentário:

Rosaria Amorim disse...

Oi Hellen, li esses últimos posts e vi que vc tem um bebezinho e já espera outro para alegrar mais ainda a sua vida, é um dilema ter que ficar longe de seu bebe, é assim mesmo o meu bebe esta com 29 anos e a distancia é maior que a que vc sente agora, cada ano que eles crescem nós sofremos mais e mais com a distancia, o meu se casou a cinco anos e vejo ele só quando da, e sempre correndo porque ele sempre esta com pressa, mas quando era bebe eu nunca tinha pressa o meu tempo era dele, todo dele, deixei de trabalhar por ele, só voltei a trabalhar fora depois que ele já era independente, e o que eu tenho agora, é a família que ele formou que importa, se estou passando mal ou não ele nem liga, portanto minha filha não se prenda nem se deixe podar por causa de um filho, triste eu falar assim pra vc que espera outro bebe né, mas é a pura verdade, nós não podemos nem temos o direito de fazermos ser a peça unica da vida deles, eles se tornam outra pessoa depois que crescem, a pessoinha que eu amei mais que tudo, que eramos um só, e agora a cada dia dói no peito a distancia que aumenta entre nós, desculpe o lamento de uma mãe de um único filho de sangue. Parabéns por mais um bebe em sua vida. Um bj no seu coração.