quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Sense 8 : Série sobre empatia do Netflix

Oi todo mundo
Hoje vou falar sobre o seriado Sense 8 e já posso adiantar, ele é bem polemico


Sense 8 foi escrita e produzida por Andy e Lana Wachowski (responsáveis pela franquia Matrix) e por J. Michael Straczynski. Confesso que odiei Matrix (já estou vendo mil pedras imaginárias na minha direção ) a história em si eu acho ótima e de uma reflexão profunda, mas não engulo o filme, provavelmente se eu tivesse lido o livro, teria sentindo mais a profundidade da historia do que me apegar aos efeitos especiais que tando detestei e por isso assisti ao seriado com mil pés atrás.

Bom voltando ao seriado que é sobre isso que eu vim escrever, a série conta a história de oito estranhos que moram em partes completamente diferentes do mundo e que de alguma maneira estão conectados após terem a visão da morte de uma mulher, essa conexão é cada vez mais crescente a ponte de se comunicar e interferir na realidade um do outro

E ao desenrolar da história um vai ajudando o outro como pode, a cada fraqueza de um é auxiliado pelo ponto forte do outro e parando para refletir seria muito interessante se isso fosse algo real, porque o que eu sinto que as pessoas estão deixando essa característica de  lado e sempre querendo apenas impor o que ela quer como realidade absoluta, sem tentar compreender o outro lado e ajudar de verdade onde se é necessário (menos crítica e mais ação e respeito de verdade!)

Já vou avisando o seriado contem cenas fortes de nudez, sexo ( de muitas formas e pessoas diferentes) e palavras de baixo escalão. Então se é sensível demais a cenas assim ou se sente desconfortável de assistir perto de outras pessoas, talvez seja melhor pensar duas vezes quando assistir e claro nem precisa dizer né... nada de crianças por perto.


Beijos e até mais!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Para sempre Alice


Quando terminei o livro, ficou aquela sensação de mais,preciso de mais. Onde está a historia de Alice na faculdade, seus primeiros anos de casada, onde encontro todas as atribulações da vida acadêmica e de mãe.... Quero mais Alice.

Estou falando do livro Para sempre Alice da Autora Lisa Genova, publicado no Brasil pela Editora Nova Fronteira.

O livro conta a história de Alice a partir do momento no qual ela descobre que possui alzheimer de instalação precoce, com 50 anos, em plena forma física e no auge de sua carreira com conceituada pesquisadora professora titular de Psicologia Cognitiva da Universidade de Harvard, casada, mãe de três filhos, e acredita ter a vida que sempre sonhou. Ela vê de forma muito rápida seu mundo se desintegrar, em muitos momentos ela fala que chegará o dia em que o corpo dela irá existir, mas a pessoa que ela algum dia foi não terá nem rastros.

"Fico apavorada ao pensar no que ando esquecendo sem sequer perceber" Essa frase me tocou muito, como mãe fico imaginando acordar um dia sem lembrar das pequenas coisas que já passei com as minhas meninas e sem ao menos saber que esqueci, acordar sem lembrar daquele olhar açucarado que só um filho sabe dar quando seus olhos pousam no da mãe, aquele olhar de achei meu porto seguro!

Com isso mostra a luta da Alice e sua família para que ela lute contra os sintomas cada vez mais agressivos da doença e não é simplesmente a perda de memória, perde-se o aprendizado como um todo como para que serve uma colher.  A doença é considerada irreversível e sem cura e num trecho muito marcante do livro Alice diz que preferia ter câncer do que Alzheimer, pois se perde-se para a doença ela ainda seria ela e com essa doença ela ainda poderá viver, mas aos poucos deixa de ser ela mesma, fora que por ser transmitida geneticamente deixou de herança essa triste realidade para seus filhos.

Foi um livro muito fácil de ler, mas trouxe consigo toda uma densidade emocional inacreditável para mim. O que fazemos para ter uma vida melhor? Uma história melhor? Muitas vezes passamos nossos dias caçando o amanha e dizendo que após conseguir um fator "x" estaremos felizes, apos alcançar "y" iremos curtir mais e se o amanhã não nos trouxer mais as condições que temos hoje?

No cado da desta doença em questão, o paciente sofre um processo de isolamento gradativo, em que cada dia de vida significa um passo mais para dentro do universo único e fechado da doença, isso me fez desejar ser mais presente no que faço hoje, não interessa qual for a tarefa, até o ato de poder lavar a louça é importante nas nossas vidas é a nossa autonomia em questão!

Amei este livro e ele me trouxe muita reflexão recomendo ele de todo o coração, já que ele possui lições importante sobre o real significado do amar sem esperar a troca, a dificuldade da doença (não só pela família, mas pelo próprio portador da doença, me trouxe um respeito e uma paciência ainda maior com as pessoas).

O livro ganhou versão cinematográfica e o papel da Alice é vivida pela atriz Julianne Moore e quem possui o serviço de streaming de filmes e séries  Netflix pode aproveitar para assistir, pois foi adicionado recentemente.

Poderia escrever muito mais sobre o livro, mas para não me alongar e acabar contando mais do que deveria, vou ficando por aqui, foi uma experiencia apaixonante ter lido esse livro e posso dizer que foi a melhor experiencia de "olha esse livro está barato e achei a historia interessante, vou levar" que eu já tive, pois comprei num passeio no shopping na loja "Americanas" por 19,90.

Só posso dizer que é emocionante e que lágrimas poderão rolar e a lição mais importante : Viva o momento!


Até mais pessoal.


domingo, 9 de agosto de 2015

Decidindo a Maternidade por meio de listas :o tal prós e contras de qualquer ação a ser tomada

Esse post veio de uma forma bem natural. Numa lista de prós e contras em alguma atitude que eu deveria tomar em alguma atividade no meu dia.
Toda a minha vida consciente foi decidida assim por meio de listas, algumas bem longas outras nem tanto assim. Quantas vezes eu já tinha chegado ao veredito final e mesmo assim não segui o meu próprio conselho (aquele ali sugerido na listinha) e depois me arrependi dizendo a mim mesma nunca mais desobedecer a lista.
A maternidade chegou e as listas só intensificaram, com elas mais anotações do que fazer, todos os sites possíveis de maternidade ensinando como fazer a maternidade corretamente ( sério mesmo que eu li isso?) E muito mais que né. .. É melhor nem mencionar.
E no meio dessas mil listas tem uma doce menininha que neste momento nem deveria estar acordada ( meu cérebro já fez todas as anotações de como ela estar ainda acordada não é saudável,  mas e aí ela está com seus olhinhos abertos me encarando e chamando mamãe quando seus olhinhos não a obedecem e teimam fechar)
Essa doce menininha ganhou uma bela irmãzinha e juntas elas me mostram que muitas vezes as listas precisam ser deixadas de lado, ouvir o instinto materno (suprimido muitas vezes em baixo de mil listas, livros, sites e reportagens televisivas). Sentar no chão e rolar (você é a mãe! Se comporte e sente no sofá e não fique rolando no chão,  onde ficará sua autoridade? ) comer um doce antes do jantar, dormir agarrada com os pais naquele dia que só um abraço pode acalentar ( me diz uma coisa, se nós adultos procuramos cia para nos deitar,  sem maldade neste termos por favor,  porque desejar que as crianças sempre durmam sozinhas?Não compreendo isso).
Foi aí que essa mãe que vos escreve viu que as listas sempre existirão dentro de mim,  mas é necessário deixar fluir a maternidade com um pouco mais de naturalidade.  Sim eu sou muito exigente na educação das minhas pequenas, mas rolo muito no chão dando asas à imaginação das minhas exploradoras.
Até mais!
Esse post foi publicado primeiro em buscandoamaternagemconsciente 26/04/2015

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Resumão do Mês : Julho

Oba.... 

Vamos para a mais nova categoria do Blog, o Resumão do Mês. 
Aqui vou postar um pouco do que aconteceu comigo, talvez algumas dessas coisas não tenham entrado na programação normal do Blog ou quem sabe ganharão posts específicos e entrarão um tempo depois, é uma maneira de manter a ordem cronológica dos acontecimentos e manter um bom diário por aqui. 

Então chega de enrolação e vamos lá para o meu Resumo do mês

# Claro que a primeira coisa a dizer é que voltei a blogar e estou fazendo isso com gosto, não me importo  agora com o qual público atingir, eu apenas quero escrever e fazer isso da melhor forma possível. Com isso ativei meu canal do youtube e também comecei a produzir novos vídeos para o meu canal. O conteúdo será variado,assim como é o blog, escrever faz muito bem para mim sempre gostei e além de ser uma forma de estar presente, aqui posso espalhar informações que eu considero importante, alem de ter a companhia de que está comigo neste mundo virtual.



# Terminei de ler meu primeiro livro depois de muito tempo "Para Sempre Alice", fiquei com olhos lacrimejados pelo livro e ele me deixou com a sensação de "faça" não importa como, viva o agora, faça o seu melhor, mas faça alguma coisa. O importante é o presente e  para de pensar quando der... ser feliz com o agora e batalhar pelo melhor e não pelo quando der.

# Participei do lançamento da loja física "Amor em Fios", muito lindo o trabalho da  Patrícia e me senti tão bem e tão a vontade. É o sentimento de amor no ar.





# Muitas comemorações familiares aconteceram neste mês, nada como celebrar a vida em família para agradecer sempre por mais um dia de vida.

# O desapego e destralhe foram bem intensivos neste mês, abri mão de muita coisa e ganhei uma bela recompensa por isso. Achei um documento com menos de 5 minutos, eu simplesmente abri a pasta e lá estava o bendito. Dei pulinhos e saltinhos e cantei glória, tudo isso mesmo, já passei muito sufuco por perder documentos que simplesmente desapareciam em meio a caixas e saquinhos eu nunca sabia ao certo onde eles estava e já precisei pagar por segundas vias na hora do aperto. Ainda não cheguei a minha "configuração ideal" do meu minimalismo, mas tenho trabalhado constantemente por isso



# A casa ficou mais aconchegante, com o frio acabamos colocando um tapete na sala. Eu sempre gostei de tapetes, mas como trabalhava fora e tenho cachorro eu passava muito tempo limpando o velho tapete para que ele ficasse limpo para a Alice brincar, logo dei fim no dito cujo. Só que neste inverno senti a necessidade deste aconchego. As meninas brincando no chão gelado não me agradava e por mais que eu forrasse elas sempre tiravam, problema resolvido e a casa ficou ainda mais  a minha cara.


# Fui no circo com a minha Família, fazia muitos anos que eu não fazia isso, no minimo uns 20 anos, foi lindo e mágico, voltei a ser criança naquele momento, amei!



# Também neste mês comecei os preparativos para a comemoração de um ano da Melissa e também nos preparamos para o seu batizado que irá se realizar no mês de Agosto, no dia dos pais.



# Fomos também na feira de malhas e voltei com... tcharam... doces... sim doces, melhor dizendo com boas cocadas, fora isso não achei mais nada de interessante.

# E por ultimo um item que renderá posts sobre isso e muitas opiniões diferentes, na escola da minha filha se iniciará um projeto de nutrição infantil, mas será ministrado como um multivitamínico para prevenir futuras doenças. Não sou contra o uso de medicamentos, vitaminas industrializadas e todos os itens do gênero, mas acho muito cedo uma criança saudavel de dois anos fazer uso desses medicamentos, no meu ponto de vista o correto é ensinar como se alimentar melhor e não a se entupir de medicamentos, vou fazer mais pesquisas sobre isso, me consultar com alguns médicos e depois volto para falar mais sobre isso com mais fundamentos.

Bom gente encerro por aqui, espero que gostem deste tipo de post, deixem no comentário o que acharam do post e caso tenham idéias ou perguntas ficarei feliz em responder :)

Até mais pessoal!

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

A hospedeira : Minha decepção de leitura

Primeiro por favo não atirem pedras em mim ok?  Estou falando sobre a minha experiencia com este livro que por sinal está mega empacada e é a minha leitura atual e provavelmente o próximo livro que farei vídeo resenha para o blog e canal do youtube.

Segundo vou contar a minha pequena historia com ele que este ano completa 5 anos.... sim gente isso mesmo 5 anos que eu tenho este livro, comecei a ler e por que raios eu não terminei... minha novela com ele é maior que Days of your lives (para aqueles que não conhecem é uma novela americana que teve sua estréia em 1965 e está na ativa até hoje)

Pois bem eu casei e já vai fazer 5 nos, teve a primeira Black Friday e o marido como um ser já acostumado a ela nos sites gringos falou escolhe amor que o preço está bom e lá fui eu surtar no site da saraiva nos meus livros queridos ( ok ok surtei no site de sapatos também) e entre os livros que escolhi estava o A hospedeira  e li os livros que comprei e ele foi ficando por ultimo, saiu o filme e não quis assistir sem antes ler o livro que estava lá me esperando.

E aí começou o meu lenga lenga, para a minha tristeza a minha leitura não fluiu, no começo do livro até consegui me conectar com a personagem Peregrina e conforme foi evoluindo a leitura eu simplesmente empaquei. Passava muito tempo na mesma página e a cada folha que eu lia minha mente ia para todas as listas mentais que eu tinha que fazer, coisas que eu tinha visto no dia ou simplesmente adormecia.

Com isso largava de mão o livro e de tempos e tempo ia lá e não conseguia nem completar um capítulo, pra mim é uma decepção isso, pois sinto que preciso aprender a ler sem a necessidade de me conectar pois como vou ler textos mais teóricos e científicos se sempre sentir a necessidade de identificação com o personagem?

Claro que  sempre teremos o nosso estilo de leitura favorito, ter aquele personagem que poderíamos encontrar facilmente na esquina de casa.

Por isso digo que A Hospedeira é a minha decepção de leitura, mas em breve terei ela como lista de livros lidos.

domingo, 2 de agosto de 2015

Casamentos e filhos como projeto de vida #2

Bom aí voce mulher executiva, profissional,  com a maquiagem e roupa impecável tem seu primeiro domingo ocioso,  sem precisar com o despertador e toda uma rotina massante que uma rotina de trabalho fora proporciona.
Faz dezenas de planos, pretende por todas aquelas listas de pendências em dia,  seguir uma rotina de organização familiar,  ler todos os livros acumulados e todas as teorias educacionais em prática,  mas primeiro resolve tirar uns dias de folga só mpara si, afinal são tempos e tempos se dedicando aos trabalhos alheio porque não umas ferias antes de se dedicar ao projeto solo.
Passa o primeiro fim  de semana e no fim dele aquela sensação de alívio por não precisar levantar tão cedo e sar correndo, passa uma segunda e ela vai voando,  não sabia que com o bebê pequeno o dia voava, mas esta de férias entao nada de culpa. O serviço doméstico acumula um pouco, tem dias que tudo flui e esta tudo em dia, em outrosa  soneca da manha não acontece e com ela o almoço não acontece e no fim deste dia a sensação de que nada aconteceu.
E então o fim de semana chega e você volta a não ansiar pela segunda,  pois será mais um dia sozinha e de caos e já sente saudades de poder se arrumar para um escritório,  seguir sua linha de telefonemas e reuniões e claro aquela culpa por não estar curtindo  como devia esse momento.
Se identificou? Calma que tudo isso é normal primeiro porque você não necessariamente foi feita para cuidar do lar integralmente,  você pode se organizar e descobrir uma ocupação (leia se trabalho) que poderá ser realizado de casa, ou quem sabe meio período apenas e assim não abandonar o sonho de cuidar dos filhos o tempo todo. Ou apenas está faltando uma organização na sua vida !
Nada é perdido, toda experiência enriquece o ser, você não deixa de ser feminista porque está em casa cuidando da família, você não deixa de estar emponderada porque comanda o seu lar. Tudo faz parte da formação das novas mulheres e aqui conversaremos muito sobre isso.

Esse Texto foi publico primeiro no site buscandoamaternagemconsciente em 14/04/2015