domingo, 2 de agosto de 2015

Casamentos e filhos como projeto de vida #2

Bom aí voce mulher executiva, profissional,  com a maquiagem e roupa impecável tem seu primeiro domingo ocioso,  sem precisar com o despertador e toda uma rotina massante que uma rotina de trabalho fora proporciona.
Faz dezenas de planos, pretende por todas aquelas listas de pendências em dia,  seguir uma rotina de organização familiar,  ler todos os livros acumulados e todas as teorias educacionais em prática,  mas primeiro resolve tirar uns dias de folga só mpara si, afinal são tempos e tempos se dedicando aos trabalhos alheio porque não umas ferias antes de se dedicar ao projeto solo.
Passa o primeiro fim  de semana e no fim dele aquela sensação de alívio por não precisar levantar tão cedo e sar correndo, passa uma segunda e ela vai voando,  não sabia que com o bebê pequeno o dia voava, mas esta de férias entao nada de culpa. O serviço doméstico acumula um pouco, tem dias que tudo flui e esta tudo em dia, em outrosa  soneca da manha não acontece e com ela o almoço não acontece e no fim deste dia a sensação de que nada aconteceu.
E então o fim de semana chega e você volta a não ansiar pela segunda,  pois será mais um dia sozinha e de caos e já sente saudades de poder se arrumar para um escritório,  seguir sua linha de telefonemas e reuniões e claro aquela culpa por não estar curtindo  como devia esse momento.
Se identificou? Calma que tudo isso é normal primeiro porque você não necessariamente foi feita para cuidar do lar integralmente,  você pode se organizar e descobrir uma ocupação (leia se trabalho) que poderá ser realizado de casa, ou quem sabe meio período apenas e assim não abandonar o sonho de cuidar dos filhos o tempo todo. Ou apenas está faltando uma organização na sua vida !
Nada é perdido, toda experiência enriquece o ser, você não deixa de ser feminista porque está em casa cuidando da família, você não deixa de estar emponderada porque comanda o seu lar. Tudo faz parte da formação das novas mulheres e aqui conversaremos muito sobre isso.

Esse Texto foi publico primeiro no site buscandoamaternagemconsciente em 14/04/2015

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