domingo, 9 de agosto de 2015

Decidindo a Maternidade por meio de listas :o tal prós e contras de qualquer ação a ser tomada

Esse post veio de uma forma bem natural. Numa lista de prós e contras em alguma atitude que eu deveria tomar em alguma atividade no meu dia.
Toda a minha vida consciente foi decidida assim por meio de listas, algumas bem longas outras nem tanto assim. Quantas vezes eu já tinha chegado ao veredito final e mesmo assim não segui o meu próprio conselho (aquele ali sugerido na listinha) e depois me arrependi dizendo a mim mesma nunca mais desobedecer a lista.
A maternidade chegou e as listas só intensificaram, com elas mais anotações do que fazer, todos os sites possíveis de maternidade ensinando como fazer a maternidade corretamente ( sério mesmo que eu li isso?) E muito mais que né. .. É melhor nem mencionar.
E no meio dessas mil listas tem uma doce menininha que neste momento nem deveria estar acordada ( meu cérebro já fez todas as anotações de como ela estar ainda acordada não é saudável,  mas e aí ela está com seus olhinhos abertos me encarando e chamando mamãe quando seus olhinhos não a obedecem e teimam fechar)
Essa doce menininha ganhou uma bela irmãzinha e juntas elas me mostram que muitas vezes as listas precisam ser deixadas de lado, ouvir o instinto materno (suprimido muitas vezes em baixo de mil listas, livros, sites e reportagens televisivas). Sentar no chão e rolar (você é a mãe! Se comporte e sente no sofá e não fique rolando no chão,  onde ficará sua autoridade? ) comer um doce antes do jantar, dormir agarrada com os pais naquele dia que só um abraço pode acalentar ( me diz uma coisa, se nós adultos procuramos cia para nos deitar,  sem maldade neste termos por favor,  porque desejar que as crianças sempre durmam sozinhas?Não compreendo isso).
Foi aí que essa mãe que vos escreve viu que as listas sempre existirão dentro de mim,  mas é necessário deixar fluir a maternidade com um pouco mais de naturalidade.  Sim eu sou muito exigente na educação das minhas pequenas, mas rolo muito no chão dando asas à imaginação das minhas exploradoras.
Até mais!
Esse post foi publicado primeiro em buscandoamaternagemconsciente 26/04/2015

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