domingo, 27 de agosto de 2017

Sobre ser mãe e profissional

Oi gente

Hoje falarei de um assunto que dá muito pano para a manga, sobre as mães que trabalham. Assunto polêmico e de muitas opiniões controversas, porém muito importante. Mãe é um ser que você cheio de dilemas (talvez pela própria natureza feminina) e culpa,E sobre ser profissional, porque uma mãe deve escolher apenas um lado?

Lembro de quando eu trabalhava e não era mãe eu podia estar cansada, eu podia estar irritada (com o próprio trabalho), porém nada era de grandes proporções assim, já fui resmungando por ter que acordar cedo para trabalhar num sábado e chegar lá e desempenhar bem meu papel e estar satisfeita no fim do dia.

Isso pode acontecer também quando se é mãe, continuar gostando do trabalho, ou até descobrir uma nova profissão, criar seu próprio negócio e ficar feliz conta tantos papeis desempenhados por dia.

Eu mesma não sabia como seria a minha reação ao voltar para o trabalho, eu não havia me separado da Melissa antes e estava acostumada a ter a Alice como a minha companheira e fiquei seriamente preocupada como seria a nossa adaptação e para a minha surpresa, não poderia ser melhor.

As meninas estão super bem na escola e eu apesar de cansada ( está muito calor na cidade e ainda estou adaptando a rotina, mas nada além do cansaço normal) estou bem tranquilo e até mais leve por sinal! Minha cabeça foca agora em áreas diferentes e com isso consigo descansar das outras áreas que  não estou acessando no momento.

Quero muito me aprofundar sobre assunto, pesquisar sobre as mulheres profissionais e mães e fazer um grande apanhado aqui para o blog, afinal devemos nos apoiar, incentivar a felicidade alheia.

Sim estou muito feliz nessa nova fase, está estampado no rosto, no olhar e na leveza que levo comigo na alma! Apenas digo que me reencontrei, não tirei o papel de mãe de mim, apenas adicionei mais um.

Beijos e até mais

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Com poucos passos, vamos somando a nossa caminhada.

Um dia desses eu estava um pouco desanimada com a vida e isso estava me chateando, primeiro porque eu sei que a vida é feita de altos e baixos, portanto ali, naquele momento eu deveria ficar reflexiva e nao desaninama ( veja bem eu não estou dizendo que eu deveria ficar soltando fogos de articíos, mas sim que eu deveria aceitar o momento e talvez pensar sobre ele e o que eu poderia mudar).

E uma boa parcela de culpa desse sentimento ter se instalado é que as coisas não estavam caminhando como eu queria e em vez de eu trabalhar para a situação mudar eu deixei as coisas caminharem cada vez mais devagar,quase parando ( isso quando não deixei completamente parado).

Pois bem, eu me conheço e conheço os meus pecados não é mesmo, tenho preguiça e ela é falta se a deixo dominar - cada vez mais tento controlar os meus momentos de ócio, uma coisa é descansar outra é morgar o tempo todo - E nesses dias de mais frios (chegou a fazer temperaturas abaixo dos 06 º graus por aqui) eu estava cada vez mais quieta e parei os meus passos e deixei por um tempo o desanimo e a reclamação me dominar.

Minhas manhas estavam cada vez mais lentas e menos produtivas e se antes eu acordava no mesmo horario desses dias fatidicos e arrumava a cama, varria a casa, colocava a roupa para lavar tudo antes das sete da manha e saia (bem) arrumada para o escritorio, ultimamente eu mal conseguia recolher os brinquedos pela casa e por a louça do cafe da manha na pia ( e o caos foi se acumulando e se instalando e o desanimo crescendo).

Á noite entao nem se fala, mais frio (muito mais), cansaço do trabalho, mais desanimo ao abrir a porta e encontrar tudo que deixei para tras ( ué e como poderia ser diferente né) era só o jantar, cuidar das necessidades das meninas e fim.

Pois bem... a unica pessoa que poderia mudar a situação era eu !

Estava lá eu olhando de manhã para aquele sofá sujo ( ninguém merece um sofá de tecido com crianças pequenas , mãos sujas, pés sujos, suco, lanchinhos...) e pensando porque não cobri o sofá ainda (uso uma manta) ...é porque está sujo e separei a manta para colocar mesmo assim... Hellen Pelo amor de Deus voce não vai fazer isso... calma não fiz, deixei a manta e falei assim á noite eu lembro de fazer...posso até lembrar, mas fazer é outra história. Fui na área de serviço, peguei o sabão liquido de coco e taquei a limpar / enxaguar o sofá. Deixei as janelas abertas (torcendo para não chover) e secar e corri para o meu trabalho. Quando cheguei em casa nem lembrava mais do que eu tinha feito e assim que entrei minha sala sorriu pra mim! O sofá já estava seco, coloquei a manta, as almofadas e estava ali, minha sala quase arrumada.

Não estava perfeito, talvez esfregar mais um pouco ou um produto melhor para esse tipo de serviço,porém com alguns passos eu já nao estava mais no mesmo lugar que de manha, agora eu estava numa sala mais organizada, cheirando a sabao de coco ( que adoro por sinal).

E porque eu estou contando algo tão banal e tão íntimo como uma faxina de sofá... minha casa ainda não esta arrumada do jeito que eu gosto, eu me desorganizei e deixei assim, caso eu nao contrate alguem para fazer o serviço por mim, eu tenho que me mexer e fazer , com poucos passos as coisas ja mudam e isso vale para qualquer coisa que queremos, um passo de cada vez para alcançar o topo da escada, não vale sentar e se lamentar que o topo e longe demais, ok descansar, ok dar um tempo, o que não pode fazer é nunca mais se levantar ..

Do mesmo jeito que tudo bem não querer alcançar mais aquele topo e desejar outro, basta mudar e nunca desistir!








domingo, 20 de agosto de 2017

Um dia de choro, meu e dela!

Se tem uma coisa que acaba comigo é o choro das meninas,não importa se estou perto ou longe, o choro me pertuba, horas é pela frescura e elas sabem como usar essa ferramenta, outras vezes é pelo sentimento de dor, ninguem chora à toa, e o choro de eu quero a minha mãe desperta em mim a minha dor de abandono, como se eu não estivesse sendo uma boa mãe, estivesse deixando de cumprir a minha obrigação de colo e carinho.

Recentemente teve um episódio desses, eu não estava bem de saúde e tinha dormido muito mal e como estava vindo de um dia de folga coletiva fui trabalhar mesmo assim. Onde trabalho não tem esquema de home office, reuni as forças que tinha, me entupi de medicamentos e fui trabalhar, porém a pequena passou a manhã chorando, ela estava cansada e com sono e me queria. não faltou muito para eu querer ir embora, estar com ela, dar o meu colo.

Se eu já estava fragilizada, fiquei em frangalhos também e engoli o choro, depois disso minha manha se arrastou a cada minuto até a hora do meu almoço, no qual nem a refeição entrou e eu apenas abaixei a cabeça na mesa com fone de ouvido para não ser pertubada.

Adormeci, com as lágrimas escorrendo, com o coração cheio de culpa e rezando para que a minha menininha ficasse bem. Nesse dia foi preciso de muita força de vontade para não sair da minha cadeira e ir embora, foi preciso raciocinar que não sou a unica mãe que fica com coração na mão ao deixar sua criança para trabalhar, que assim como eu muitas não tem a opção home office e não é algo fácil de achar e que eu precisava ser forte porque eu precisava estar no meu trabalho.

Porque eu estou contando isso, porque se você assim como eu é mãe e trabalha e passa por isso também, você não está sozinha como você pensa, são assuntos que não são falados em voz alta com medo de acharem que somos más mães ou com medo de nos acharem péssimas profissionais e que não conseguimos nos desligar do mundo materno.

Você não está sozinha, por mais que não possa falar as vezes com outra pessoa quando isso acontece, saiba que aqui você vai encontrar meus desabafos sobre a realidade de abraçar o mundo e as dores de quando as alfinetadas acontece, aqui seus comentarios, dicas e desabafos serão recebidos porque você não está sozinha, acontece sempre isso comigo e acontece com a outra ali do lado que te julga na hora do comentario, mas quando chega exausta em casa com muito ainda para fazer se julga porque não tem mais tempo livre para as crianças.

Aqui voce encontra um espaço para desabafar, meu abraço virtual e porque não mil conversar em privado para desabafar e aliviar essa sensação !

Até mais

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Retorno às aulas Ead : O que eu gosto de fazer



                O Segundo semestre parece mais curto do que o primeiro, não sei se é a pressa para acabar o ano, o cansaço ou tudo junto e misturado, pelo menos na minha área, conforme vai chegando ao fim do ano, temos que ter o máximo de trabalho finalizado porque assim que inicia o ano tem uma chuva de declarações a serem entregues (além das declarações mensais que o setor possui).
              
  Este ano esse 3º semestre se iniciou em 09/08 e as últimas atividades serão por volta de 28/11 (provas finais já). Essa semana começam as minhas aulas ead, isso significa que a plataforma com os vídeos e os textos são liberados para os alunos, assim como a agenda pedagógica com as datas das entregas de todas as atividades. Então antes de efetivamente começar "as aulas" gosto de tomar as seguintes providencias:

* Baixo todo o conteúdo em pdf para o meu computador (salvando na pasta do semestre/matérias) e levo esse conteúdo para o google drive, onde deixo todas as matérias até hoje - já aconteceu de não conseguir acessar a plataforma de ensino e no dia que eu tinha livre para estudar, não conseguir por que eu não tinha nada salvo (erro de principiante) a partir desse dia eu comecei a salvar algumas matérias e agora faço isso assim que libera o acesso ao portal, isso também me salva nos dias/locais sem internet, basta acessar o conteúdo básico do pdf e mandar bala.

* Baixo a agenda pedagógica do site e já programo no google calendar e na agenda física (um simples lembrete) das datas de entrega das atividades, porque assim se eu quero sair no sábado e passar o fim de semana todo sem internet e tenho uma atividade para entregar na terça (dia normal da entrega das minhas atividades na faculdade) sei que tenho que durante a semana resolver isso antes.

* Dou uma breve olhada no conteúdo, pode parecer desesperador (no começo era essa a sensação que eu tinha ao imaginar a quantidade de coisas que eu teria que ver ao curto prazo de tempo), mas aprendi a controlar a sensação e hoje eu prefiro saber o que eu estarei vendo de conteúdo programático, até para caso eu queira aproveitar alguma palestra que tenha na região para aprofundar meus conhecimentos.

* Depois de ver as matérias, checo o material que tenho, cadernos, cageds em geral, foi numa dessas que vi que iria precisar de uma nova calculadora e assim tive tempo para pesquisar o melhor preço e não em cima da semana que passaria a usar, memoria externa, bateria, tudo que eu poderei usar ao longo do semestre, isso cria tempo hábil de pesquisar promoções e conseguir preços bons em produtos que eu queira ter ao longo do curso e até me programar quando eu comprarei alguma coisa.
Espero que tenham gostado desse post, tem alguma dúvida sobre o ensino a distância? Manda para mim nos comentários ou por e-mail que eu respondo, se não quiser que eu publique, basta pedir privado que dependendo do caso eu faço post ou respondo por mensagem mesmo.


(Próximos posts da série ead: Meu escritório móvel)

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

O quanto nos importamos com a opinião do outro?

Bom antes de mais nada, acho que está bem claro que o blog tem mudado muito a linha de assunto, como já falei antes o blog nada mais é que um reflexo da minha vida, não trabalho com ele e ele é meu hobbie e  a minha maneira de desabafar e me expressar para o mundo, o mais legal é que desde que eu entrei nesse processo de transformação e consequentemente o blog também se transformou, o número de acessos aumentaram bastante e isso tem me deixado muito feliz, com gás de escrever ( mesmo que muitas vezes de forma bem improvisada) e cada vez mais isso tem me impulsionado a continuar todo esse processo que estou vivendo, já vos digo não é nada fácil! É constantemente dar a cara a tapa, se remexer no sofá para sair da zona de conforto e consequentemente colocara mente para funcionar para sair do padrão antigo de pensamento.

Uma das coisas que eu tenho achado bem dificil é o fato de quanto pesa a opiniao do outro na nossa vida, a partir do momento que eu resolvi aceitar as mudanças que eu desejava fazer eu deveria assumir integralmente o papel que eu queria na minha vida ( tente imaginar um vegetariano... e para não ter que viver se justificando ou sofrendo "bullyng" da sociedade ele resolve comer carne "socialmente"... então vegetariano ele não é né, a partir do momento que certos passos são dados, voce tem que vestir a camisa).

Uma vez eu li ( infelizmente não lembro o lugar) que o caminho dos iluminados pode ser solitário (sem egocentrismo ok, mas sim estou caminhando na luz em busca da melhor versão de mim.) e é uma grande realidade, por exemplo eu não consigo mais ficar numa rodinha falando mal de fulana só para me enturmar e fazer parte, acabo ficando boa parte do meu tempo sozinha mesmo apesar de viver rodeada de pessoas, minhas conversas são com um grupo seleto de pessoas entre eles poucos amigos e a minha família e hoje me sinto mai confortável com isso, claro as vezes bate falta ter uma "best friend" para conversar ou tomar um cafe no ambiente do trabalho, mas a minha consciência não permite que eu tenhas atitudes diferentes daquelas que estou buscando (seria muita hipocrisia !).

Entendi muito do significado da expressão orai e vigia, quando passei a realmente me testar no mundo lá fora, não é facil não reclamar,não falar mal das pessoas ou das situações. Mudar é complicado e pelo que tenho estudado, sinceramente não sei se é algo que um dia será automático, acho que só quem chega a iluminação altifica é que podera se livrar completamente desses pensamentos.

E aí entra a parte do quanto é preciso trabalhar essa parte da nossa consciencia, o quanto damos importancia para a opiniao do outro, porqu veja bem, a partir do momento que voce se assumir diferente, viver de modo diferente, não fazer parte da "panelinha", a grande tendencia é que voce vire o centro das atenções e muitas vezes não da forma positiva, mas aí vem o peso da sua propria opinião, o quanto viver com as nossas convicções é importante para nós?

Pode ser libertador para de pensar tanto na opiniao do outro e o que desejamos deixar como nosso legado e como realmente desejamos viver, claro fico chateada, já fiquei muito triste e toda vez que isso acontece eu me pergunto se eu desejaria fazer parte da situação, estar ali fazendo o mal a alguém ou vivendo a minha vida da maneira que acho "mais saudavel" medito muito, purifico os meus sentimentos e sigo em frente tentando cada vez mais deixar a opiniao dos outros de lado, porque na minha pele, quem vive sou eu entao eu é que preciso estar confortavel com a minhas atitudes e no que eu acredito agora.

Namastê