quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Iniciando o Projeto do tcc

Estou caminhando para o fim do curso de Pedagogia para Bacharel e pretendo no mês de outubro entregar meu Meu projeto para já iniciar o aprofundamento das leituras e assim em breve iniciar o TCC em sim.
Cada faculdade tem um padrão a ser seguido, muitas vezes dentro da aula de Normas  técnicas, é passado o manual no qual a faculdade demonstra quais os padrões que ela deseja que seja seguindo. Abaixo eu coloquei uma breve explicação do corpo do projeto (lembrando que ainda possui capa, contra capa e afins)

Projeto tcc - Pedagogia.

1. INTRODUÇÃO – TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO


Introdução é a apresentação do assunto abordado, juntamente com o seu mérito. É uma seção que visa chamar a atenção do leitor, na qual se tenta justificar e fundamentar o projeto. É apropriado concluir a introdução com a formulação do problema, sob a forma de pergunta. Problematização é a questão-problema que o investigador procura responder, por meio da pesquisa


2. JUSTIFICATIVA


A justificativa é o momento de construir a fundamentação elementar do trabalho. Nela encontra-se a pergunta por que fazer o trabalho, no sentido de mostrar os elementos antecedentes do problema e a relevância do assunto. Nela deve ter o argumento sobre a importância prático teórica, com as possíveis contribuições esperadas.


3. OBJETIVOS ..


Nesse item deve constar a indicação do objetivo da pesquisa e quais os resultados que se pretende alcançar. Os objetivos são redigidos com verbos no infinitivo, p.ex.: caracterizar, identificar, compreender, analisar, verificar


3.1 GERAL .
Procura estabelecer uma visão abrangente e global do tema, no sentido do que se pretende alcançar


3.2 ESPECÍFICOS


Esse sub-item tem função instrumental, pois tratam dos aspectos concretos que serão abordados na pesquisa e que ajudarão atingir o objetivo geral. Os objetivos específicos orientarão o pesquisador na tarefa de recolher e organizar os dados e as informações.

4. METODOLOGIA DA PESQUISA.


Metodologia mostra o caminho a ser percorrido em uma investigação, ou seja, como se responderá aos problemas estabelecidos. Deve estar de acordo com os objetivos específicos, abrangendo a definição de como será feito o trabalho. A metodologia deve apresentar: o tipo de pesquisa; universo e amostra (se a pesquisa tiver dado empírico); instrumentos de coletas de dados; método de análise


5. CRONOGRAMA
O cronograma é a representação gráfica do tempo que será utilizado para a confecção de um trabalho ou projeto. As atividades a serem cumpridas devem constar no cronograma. Serve para ajudar no controle do andamento do trabalho. (podem constar mais atividades) P. ex. Atividades Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Pesquisa do tema Pesquisa bibliográfica Coleta de Dados (se for o caso) Apresentação e discussão dos dados Elaboração do trabalho Entrega do trabalho


(Tamanho 12 arial ou 12 times new roman para a parte principal dos textos)


REFERÊNCIAS

Nessa parte é relacionado todo o material consultado para a elaboração do trabalho, que seja citado nele (livro, sítio, revista, jornal, vídeo etc.). Deve ser elaborado de acordo com as normas da Faculdade

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Livro: o Ano que eu disse Sim!


Antes de começar a escrever sobre o livro, preciso dizer que chorei.... Ah se chorei lendo essas páginas que mais pareciam meu diário pessoal.

"Não tive escolha. Não quis escolha. Depois que vi a infelicidade, senti a infelicidade, reconheci e a nomeei... bem, simplesmente saber dela me causa comichões. Como uma comichão dentro do cérebro. Continuar recusando as coisas não me levaria a lugar algum"

O início do livro coincidiu exatamente pós uma semana que eu disse sim para um evento, não havia dito sim por mim, havia dito sim pelas minhas filhas, e mesmo assim tinha sido tão bom que eu não sabia como lidar com a volta do meu ser ao normal.

O Livro começa com ela indo a uma festa na qual ela mesma descreve que se tivessem perguntado pra ela se ela queria ir ela teria dito não e após esse evento ela percebe que era infeliz, como ela descreveu a frase acima, é um caminho sem volta, após constatar algo desse nível na sua vida, fica difícil voltar atrás e fingir que não sabe, uma verdadeira caixa de pandora.

Eu digo não na maioria das vezes, horas pelo financeiro (que cá entre nós, as coisas no nosso país não favorecem dizer sim para muitas loucuras, tudo tem que ser previamente contabilizado , e outras vezes digo não pelo cansaço extremo, seja anterior ao evento ( já falei que vivo com sono e cansada por aqui) ou posterior - fico prevendo que estarei morta  por uma semana por causa de um dia de festejo.

E a parte mais engraçada dessa história toda é que apesar de dizer não para a maioria das coisas, sou impulsiva quando não estou raciocinando o que me leva, por exemplo, a fazer duas faculdades ao mesmo tempo!

Mas vamos lá, ele não é um livro de auto ajuda, ele não é um livro que vai te falar que você precisa dizer sim para o amor, para a vida e todos os blas blas que sempre tem por aí.

“Sonhos não se realizam apenas porque você os sonha. É o trabalho árduo que faz as coisas acontecerem. É o trabalho árduo que cria a mudança




Não digo que depois desse livro eu direi sim a tudo por um ano como ela fez, porém me fez pensar muito na minha vida. E com certeza antes de dizer não estarei pensando muito mais no porque do não  e quem sabe ele não vire um sim!

Os relatos do livro são conversas sinceras, sabe daquela amiga que senta com você no sofá e  te conta que decidiu cortar o cabelo ,mas conta tudo o que está por trás disso, as experiencias de infância  os  traumas dos cortes errados e tudo mais, é assim que ela descreve o livro, merecia virar filme para atingir mais pessoas porque o livro demonstra  o quanto a timidez e fato de dizer muitos nãos por causa disso levaram a uma carreira de sucesso porém a uma vida mais solitária e depois de ela analisar muito, mais infeliz do que ela tinha noção, ela diz muitos “sins” para o mundo, mas na verdade ela está dizendo “sins” para a vida dela estar em movimento.

Título: O ano em que disse sim - Como Dançar, Ficar ao Sol e Ser Sua Própria Pessoa / Autora: Shonda Rhimes
Ano: 2016 / Páginas: 254 

SinopseVocê nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Mil escritas aleatórias ( momento reflexivo)


Abri o rascunho do meu e-mail, cheguei decidida que toda sexta o blog teria postagem, nem que fosse textos aleatórios, até a organização fluir, pegar ritmo essas coisas.

Guardo todas as escritas inacabadas no rascunho do e-mail, assim se eu quiser continuar, posso fazer em qualquer lugar e me deparo com mais ou menos 19 textos inacabados.

Eu deveria publicar esses textos? Eu não faço o blog para fins lucrativos, apenas escrevo porque isso me faz bem e mais nada além disso. Muitos deles não servem mais para serem publicados, pois rementem a um momento no qual eu não estou mais vivendo, outros foram tão pessoais que ainda bem que eu não os publiquei.

Enquanto escrevo isso, estou tão relaxada, tão plena que por um minuto não me reconheço, estou feliz ( isso eu reconheço), meses se passaram num turbilhão de emoções, não digo que foi a última grande crise, não acredito mais nisso, também não foi a mais rápida, não consigo medir isso , todas que eu tive até agora foram tão intensas e me transforam de uma maneira que eu não sei muito bem o que aconteceu no mundo lá fora enquanto eu cuidava de dentro.

Eu descobri nesse processo que eu vivi um luto, meu ego estava de luto, pois uma parte dele morreu com a mudança de trabalho e de vida que estava dentro de um formato e se modificou todo. 

Eu não descobri meu o meu propósito pessoal de vida, mas hoje posso escrever que não isso não é tão importante assim como eu achava (claro que ele tem sim importância) , porem meu papel nessa vida vai muito além de ter um “título de proposito” definido, não saber, não me causa mais tanta confusão como estava até pouco tempo atrás.

Tenho sim muitos objetivos e aos poucos vou desenhando o que eu desejo e quem sabe muito em breve eu saberei qual o percurso que quero fazer nessa jornada da vida.

Sinto falta de estudar e de me dedicar a assuntos que realmente despertam meu interesse ( por exemplo amo idiomas, adoraria aprofundar mais o meu curso de inglês, porém agora não posso assumir mais nada), afinal eu tenho que me dedicar ao curso de francês e duas faculdades, não posso simplesmente diversificar mais  o que estudo, seria insanidade e não aproveitaria o meu verdadeiro potencial. Além da família, do bem-estar e infância das minhas filhas, meu trabalho e tudo que envolve viver em sociedade.

Eu preciso aprender a me concentrar e isso é a minha maior dificuldade, porque eu tenho a tendência de assumir muita coisa diferente de uma única vez e isso acaba me prejudicando porque não consigo me dedicar e acabo frustrada com os resultados.

Agora estou num novo ciclo de vida e irei aproveitar essa nova fase para investir no meu crescimento pessoal.
Ps1. Enquanto esse texto era construído, parei um minuto para pesquisar se haviam cursos de inglês para o meu horário de almoço. (Fechei correndo o site para não cair nessa tentação)

Ps2 . Dois projetos em standby são estudar psicanálise e psicopedagogia. 

Ps3. Essa semana estou me dedicando as metas de 2018 e o blog está retornando a ativa, pelo menos todas as sextas.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

TUDO BEM SER DIFERENTE

Acho que das coisas que mais me tocam e costumam me incomodar é o fato de em vários lugares que eu costumo frequentar, na maioria das vezes, eu sou a "diferente"

Isso vai desde as roupas que eu uso, a forma que me porto no local, a falta de paciência para a falta de educação alheia e a falta de vontade para enfeites (em reuniões - gosto de coisas direto ao ponto), meus gosto o fato de eu ser nerd, gostar de tentar ajudar o meio ambiente carregando meu lixo, meu copo, meu guardanapo e agora meu canudo.

Muitas vezes me sinto deslocada nesses ambientes, escola, trabalho, escola das filhas. Olha que bizarro você no meio do shopping sacar um potinho de algo que você mesmo fez para comer ? Pois é essa sou eu.

Que entoa mantras quando está nervosa, cheira óleos essenciais quando precisa de energia, carrega seu japa mala para onde vai. Não tenho paciência para fofocas e nem para ficar falando mal do povo por aí . 

Tenho as minhas tatuagens,  não gosto de calça, vivo maquiada e sou do lado mais sóbrio, minimalista e social normalmente....Sim não me encaixo em muitos padrões, principalmente morando numa cidade litorânea e também não sou "bicho hippie"  então acabo não pertencendo a comunidade nenhuma... difícil né ? Confesso que muito!

As vezes a vida bagunça muito por causa disso, me perco nos meus trilhos e acabo nos  trilhos alheios, por talvez tentando me encaixar mais e ai, me bagunço toda e me força a voltar para  a minha "diferença" .

Participo de cursos de cosméticos naturais porém lá estou eu em casa assistindo vídeo de maquiagem de pele perfeita , sim sou todas essas misturas

E o que há de mal nisso?

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Livro - O que eu sei de verdade

Após acabar a leitura do livro : "O conto da Aia", fiquei pensando o que eu iria ler no lugar. Precisava ser algo de fácil leitura e ao mesmo tempo envolvente porque tinha que ser aquela leitura que eu ficasse "necessitando" ler e saber o que acontece

Já antecipo um fator muito negativo no livro, é pouco, tinha que ser muito mais, a leitura é tão gostosa que passei da metade muito fácil e passei a economizar as palavras para saborear cada lição que o livro me passava

Horas suave, horas muito tapa na cara. O livro é uma lição de auto estima de forma gradual.

Se eu fosse uma pessoa mais calma, teria lido apenas uma cronica por dia, mas isso não faz parte ainda da minha característica. 

Anotei várias passagens do livro e cheguei a refletir sobre várias,Confesso que quando peguei o livro pra ler, pensei que era uma autobiografia, depois das primeiras páginas senti uma ponta de auto ajuda, mas seria muito impreciso colocar o livro numa, ou outra classificação porque ele é um misto muito suave dos dois.

"O que eu sei de verdade é que tudo acontece por um motivo [...]" Não tem como não refletir sobre isso, ainda mais no momento da vida no qual me encontro, fico pensando que estou justamente lendo esse livro nesse momento da vida por uma razão muito grande, a de "me Despertar"

O que eu sei de verdade é que você não quer viver assim - fechado para os próprios sentimentos e para o mundo à sua volta. Quero que todos os dias sejam uma nova chance de expandir as possibilidades. De experimentar a alegria em todos os níveis 

Há muitos trechos lindo no livro, que invocam amor, gratidão , preserve rança. É um livro belíssimo que toda adolescente deveria ler para compreender a capacidade de si própria .

Confesso que pensei, ah mas é muito fácil, afinal o dinheiro faz diferença. Faz sim, claro, dinheiro conquistado por ela, com certeza ela tem o Dom com as pessoas se não ela não alcançaria méritos tao grandes assim, é aquele preconceito que temos que a vida de uma pessoa rica é perfeito, que só é feliz quem é rico, são conceitos que a televisão e as novelas e filmes medonhos colocam na nossa cabeça, inclusive de uma mulher ser forte, bem sucedida!


Queria escrever muito mais, porém daria mais trechos sobre o livro e não quero estragar a leitura. 

O que eu sei de verdade? É que eu inclui essa mulher na minha lista ( bem curta por sinal) de pessoas que eu gostaria de tomar uma xícara de chá e passar algumas horas proseando.

Que por causa do livro me lembrei que não importa quem você seja, sempre dá para achar motivos para agradecer e eu voltei a agradecer, e passei fazer isso antecipadamente, passei agradecer por ter meu trabalho, antes mesmo de entrar na sala, passei a agradecer pela refeição, na hora do preparo, o livro é um incentivo para buscar dentro do seu dia, pilulas de motivação, agradecimento e amor.


Título: O que eu sei de verdade
Original: What I Know for Sure
Autora: Oprah Winfrey
Editora: Sextante
Páginas: 144
Sinopse: “O que eu sei de verdade é: sua jornada começa com a decisão de se levantar, sair e viver plenamente.” – Oprah Winfrey
Entre os talentos de Oprah Winfrey está sua capacidade de compreender a natureza humana como poucos e, ao mesmo tempo, colocar essa sabedoria em palavras. Desde que foi questionada sobre as coisas de que tinha certeza na vida, ela passou a registrar suas reflexões sobre relacionamentos amorosos, família, autoestima, medos, fracassos e superação. Em textos curtos, Oprah oferece mensagens profundas que vão ajudar você a fazer as pazes com seu corpo, a construir relacionamentos mais harmoniosos, a mudar sua maneira de encarar os problemas e a extrair da vida o máximo que ela tem a oferecer.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Mudanças na vida - Nova graduação


Se eu contar algo aqui, acho que ninguém vai acreditar, mudei de faculdade, mas não foi unicamente isso. Foi muito além disso.
Eu estou fazendo uma nova faculdade, semipresencial, um curso completamente diferente da minha área atual, porém uma continuidade de um curso técnico que eu já havia feito anteriormente e ainda estou fazendo a minha faculdade de contabilidade Ead. Por motivos técnicos de : Eu ainda preciso permanecer na minha profissão por motivos financeiros, porém agora eu estou rumo ao que está me trazendo uma satisfação interior muito grande.

O Blog irá movimentar-se bastante por esse período, estou com planos para ele e para a minha carreira e aos poucos irei detalhar aqui esse novo percurso. Provavelmente semana que vem falarei melhor sobre o curso, a instituição da minha escolha e tudo mais que tem acontecido.

A verdade é que eu andava completamente desanimada com a minha profissão, quase largando a faculdade de lado porque eu passava o dia todo mexendo com isso e não aguentava nas minhas poucas horas livres ver mais sobre esse assunto, com isso eu não estava mais quase fazendo lição, apenas cumpria o que precisava para não ficar com pendencia em alguma matéria.

Achava que a desmotivação era o local de trabalho, depois achei que era com a faculdade e enfim cheguei à conclusão que era com o curso, não tinha mais motivação porque não havia identificação naquilo que eu estava fazendo, claro que além do lado financeiro que é fundamental para qualquer ser Humano para continuar trabalhando, eu precisava de um pouco mais, precisava sentir o propósito de vida e me sentia frustrada, muito mesmo de não sentir que nasci para isso.

Posso me arrepender com essa troca, claro, posso passar seis meses em sala de aula e achar que foi a pior troca que fiz na minha vida. Porém o grande diferencial de tudo isso sabe qual é? A esperança de ir atrás de algo que eu me identifico. 

O que eu não podia fazer era continuar nesse desanimo e não fazer nada por mim, agora são duas jornadas paralelas bem diferentes que trarei por aqui. Eu não conseguia me ver muito além de uma sala compartilhada com outras pessoas, apesar de viver dizendo que adoraria seguir rumo a ter meus próprios clientes, eu não me via sendo dona de um escritório grande ou algo assim, porém por incrível que pareça, eu me vejo de cabelos coloridos, jaleco e contando história para ensinar algo novo.

Até mais! 


quarta-feira, 25 de abril de 2018

Escureci o cabelo


Escureci o cabelo

Sexta, hora do almoço, não aguento mais o cabelo com a raiz aparente, não acho a cor que eu estou usando e estou à procura dela a umas duas semanas, entro na primeira loja que vejo de cosméticos e compro o "marrom reluzente" (maxton)

Não tive tempo na sexta, ou era o meu alter ego relutando em trocar a cor, afinal finalmente eu tinha achado o ruivo no qual eu queria, o tom exato de paixão pelo vinho. Dois anos em busca do meu marsala perfeito, porque eu tinha comprado esse marrom mesmo?!

Sábado corri para a aula, oito e meia da manhã já estava na faculdade, aguardando um dia cheio pela frente, 14:30 corro para mais uma aula (Por sinal eu nem almocei neste dia , a minha refeição foi uma coca cola e um mini pão de queijo murchinho....sim Shame on me) , dessa vez francês. - Fim do dia, estamos comendo pizzas, pipoca no sofá, me dou a desculpa que não quero dormir tarde e não pinto o cabelo...

Domingo - passo o dia entre os afazeres domésticos, descanso, tv e curtindo a família... Afinal só tem me sobrado os domingos para ser aquilo que eu realmente gosto de ser... Hellen...

09:00 Pm e finalmente eu tomo coragem, vou para o banheiro pintar o cabelo, não posso começar mais uma semana assim, imperdoável da minha parte fazer isso...

Acabo de lavar, me olho no espelho e não sei lidar com o que vejo, não me reconheço naquela imagem refletida, aquele marrom básico, puro, não sou eu, não sou mas eu?! Ou é exatamente assim que eu sou? Dois anos de cabelos vinhos... no qual só tinha passado um de castanho escuro no qual voltei desesperadamente pelo vinho.

Lembrei da Carrie, no primeiro filme de sex and the city, quando ela deixa seus cabelos loiros de anos de lado para ir para o castanho. naquele momento ela não estava conseguindo lidar com quem ela era, com tudo que estava acontecendo naquele momento ela precisava de uma nova camuflagem, algo que não lembrasse a Carrie que ela era, para poder lidar com a dor que ela sentia naquele momento quando o Mrs Big a deixou esperando no altar.

Talvez seja por isso que cortamos os cabelos ou pintamos, ao mesmo tempo que pode significar uma nova passagem de vida, pode ser também uma camuflagem, uma armadura para aquele momento. Eu não quero nesse meu momento de vida, ficar me preocupando com raízes diferentes e cabelo desbotado.

 


“A minha avó dizia-me que quando uma mulher se sentisse triste, o melhor que podia fazer era entrançar o seu cabelo; de modo que a dor ficasse presa no cabelo e não pudesse atingir o resto do corpo” Talvez isso funcione de varias formas.


Até aproxima transformação!

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Resumo de 2017 e O Cansaço do final de ano.

O Blog está temporiamente abandonado, foi a correria de tentar terminar a faculdade sem nenhum exame ( concluido com sucesso), terminar o curso de frances com a nota garantida ( com sucesso também), focar nas crianças que estão de férias e nós pais (adultos.. tcs tcs) não, logo já chegoi o Natal (presentes de ultima hora, que apesar de eu ter tudo em mente, não tinha comprado ainda) ceia ( que tambem comprei no ultimo dia ),Sério escrevo isso no dia 26 e nem sei bem quem eu sou, não curti a decoração de natal de casa e estou com os meus pensamentos longe de tanto sono ( uma noite muito dificil) pensando no dia de ano novo, a ceia e a pseudo faxina e declutter que eu estou tentanto fazer em casa.

A verdade é que ando muito cansada, ao mesmo tempo que o ano de 2017 foi intenso e gratificante cheio de conquistas, foi um ano pesado, cheio de turbulencias demais e agora estou precisando de férias, preciso muito descansar e por a mente em ordem, criar planos para traçar as metas. Ando um pouco cansada de algumas coisas porém não vejo como mudar já que ando um pouco enrijecida .

Não ando participando de redes sociais, desde que o meu celular quebroue isso também me irritou um pouco, já que era um hobby pratico, tirar fotos, e nem isso tenho feito mais... Saudades de  tirar fotos!

Parei de tirar fotos, que era algo que me relaxava durante o dia, parei de registrar pequenos momentos da familia, parei de ler já que se concentrar está ficando cada vez mais dificil.

Esse ano desapeguei de muito coisa e ainda nem cheguei a mexer a fundo no que realmente tem a ser desapegado, não adianta também eu tirar tudo do lugar se não terei como chegar no fim de uma arrumação num fim de semana, isso só gera mais estresse, mas espero até março de 2018 estar com a casa o mais clean possível.


                                     
Isso também me leva a outras questões pessoais de mudança de hábitos de compras e isso incluiu a não comprar presentes para as meninas no Natal (calma...) Elas já iriam receber presentes de outras pessoas da família e nós já teríamos presentes na arvore de natal do Papai noel então não teria o porque de comprar mais brinquedos. E isso também se estendeu para a gente, compramos um para cada um apenas e colocamos embaixo da nossa árvore e acho que acabamos de criar uma tradição nossa, presentes de natal somente na manha de natal!

Quase não comprei livros (na verdade acho que não comprei nenhum nesse ano) o objetivo é diminuir a quantidade de objetos em casa > quero sim ter uma biblioteca em casa, mas por enquanto que não temos como expandir nosso território, agora a ordem é pelo menos não trazer nada novo para a casa e também ganhei um Kindle, o que me deixou com mais peso na consciencia de por enquanto consumir livro físico no momento.

Claro como sempre escrevi demais, publiquei de menos!

Cortei mei cabelo curto e cada vez mais curto o ano inteiro, estou passando por uma transição capilar e nas proximas semanas o ultimo grande corte, meu Big chop.

Comecei finalmente a ver os ponteiros da balança ceder, ainda é muito cedo para falar disso porém espero em breve ter relatos mais concisos sobre o assunto, teve também mais uma tatuagem e definitivamente não será a ultima, quando o tempo voltar a esfriar em 2018 terei mais uma para contar historia.


Teve Carnaval na praia, viagem ao beto carrero, teve trabalho freelancer, curso aos sábados de manha no SENAC, um quase free-la que teve todo o trabalho feito e não finalizado ( ou seja perdi muito tempo e no fim não recebi por isso) , minha primeira compra de roupas pela internet, a primeira vez que as minhas filhas ficaram com pessoas diferentes ( e eu me mordendo por dentro, isso de ser mãe não é nada fácil)


Eu sei que estou terminando o ano de 2017 bem Inquieta, quero coisas diferentes e novas para a minha vida e não ando com muita vontade de repetir 2018 ... não que não seja bom o ano que está chegando ao fim foi bem enriquecedor e isso só me mostrou que eu quero mais, eu quero progredir com calma ( quer dizer planejada) de forma organizada...

Ps. Lembrei de um livro: Girlboss em inglês, quer era para me ajudar com o vocabulario e nao passei da primeira folha, por isso também desisti de comprar mais livros


Enfim saudades de ser blogueirinha rs.


segunda-feira, 16 de outubro de 2017

DICA RÁPIDA EAD : Grupos de trabalho a distancia Nos Cursos à Distancia



Eu sei que eu havia dito que o proximo topico seria o que carregava da faculdade quando eu ia estudar em outro lugar que não em casa, mas apesar do post estar escrito, não consegui fotografar a mochila, então quem sabe consigo fazer isso para o proximo ( sem promessas dessas vez)

A universidade na qual estudo, temos trabalhos em grupo ( EAD - Sendo os participantes, alunos de todos os polos) e já tive problemas em alguns grupos e vi diversos relatos de grupos onde os alunos que são prejudicados por integrantes não cumprirem a regra estipulada. Como por exemplo todos terem que postar na plataforma o mesmo trabalho em data estipulada e caso não o fizer, não tem a nota ou também apenas um postar e  o trabalho estar errado e sem se comunicarcom os demais do grupo.

Não adianta bater de frente, acho que nesses casos so tem duas coisas que podem ajudar - Deixar publico a situação, seja no forum da atividade, mensagens ( a plataforma da minha universidade permite que troque mensagens privativas entre os estudante) e-mails com os professores e cordenador da disciplina e do curso . Porque essas serão as provas de contato, de que você procurou resolver a situação de alguma maneira.

A outra dica é anotar os companheiro de grupo, quem participa, quem divide, quem finge que nao existe, porque assim se puder escolher na proxima etapa, já sabe pelo menos quem eliminar e escolher como participante.

Até mais

domingo, 3 de setembro de 2017

Duas filhas tão pequenas dão trabalho, mas nem tanto trabalho assim.

Estou reescrevendo esse post, nele estava toda a minha alma e reflexão sobre ser mãe de duas filhas pequenas de idades tão próximas uma da outra e fiquei chateada quando na hora de salvar, por uma pane no sistema perder um post tão profundo assim, mas não me dei por vencida e cá estou eu colocando toda a minha alma neste teclado de novo, só para dizer umas boas verdades sobre esta situação e rezando para que não de problemas de novo.

Sempre me perguntam como eu dou conta de cuidar de duas crianças tão pequenas, perguntam se eu planejei, se eu dou conta e como faço com elas para fazer as coisas. Eu entendo a curiosidade, mas com o tempo essa pergunta começou a me cutucar sabe, são duas crianças pequenas sim, mas são crianças, o que eu faço quando fazem bagunça, eu arrumo e agora que são maiores eu as coloco para guardar junto comigo os brinquedos.

Se eu quero fazer algo diferente, preciso planejar e muito para conseguir efetuar tudo o que preciso fazer, as coisas de casa ficam muitas vezes bagunçadas eu aproveito a dádiva de poder ficar com elas e brinco muito, me jogo no chão , faço cabaninha e a criatividade rola solta, claro que dá trabalho, claro que cansa fazer tudo isso sozinha e que muitas vezes eu preciso clamar por paciencia quando tenho que fazer algo e passo o dia sendo interrompida e não consigo concluir meus projetos.

E o que mais eu iria fazer? Devolver? ah já sei não quero mais brincar disso e trocar a brincadeira? Colocar  numa caixinha e quando quisesse brincar de boneca de novo pegar? Não dá né, então não tem essa de como eu consigo, eu apenas levo um dia após o outro e aos poucos vou aprendendo um pouco mais dessa vida de mãe que muda seus desafios constantementes e estou aproveitando enquanto eu sou o centro do mundo das minhas pequenas porque em breve isso vai mudar, é assim que o mundo se transforma.

E sempre tem aquelas perguntas constrangedoras que eu não dou a resposta que gostaria para não ser tão grosseira: planejou? chega né? vai querer um menino? vão ter mais?

E resolvi desabafar ainda mais....

Não rotule uma mãe!

A algo que anda me incomodando muito ultimamente, os termos que muitas de nós usamos diariamente para rotular ações ou pessoas. Rótulos deveriam ser usados apenas para objetos e não para pessoas.

Como por exemplo rotular a mãe que não trabalha fora como mãe em tempo integral, como se a mãe que saí para trabalhar nesse período deixa de ser mãe.

Chega a ser maldade com as mães que trabalham fora de casa, seja por prazer profissional ou por necessidade financeira, ela não deixa de ser mãe por não estar em tempo integral com seu filho, se bobear pensa muito mais na sua criança, pois não tem seus olhos nas crias sempre que o coração pede.

Já fui criticada por médicos, plantonistas  e até atendentes do ambiente escolar! Já saí arrasada desses lugares que só sabiam julgar a minha escolha sem conhecer as minhas necessidades. Por isso digo filho não é fácil, não importa se são um, dois, três ou quantos demais queira... a pior parte é lidar com a sociedade e saber que no fim, nosso filhos são feitos pra eles e não para nós.

Até mais